quinta-feira, 10 de maio de 2012

BIDI - 07-05-2012 - PARTE 2 - AUTRES DIMENSIONS






Pergunta: A compaixão do coração (em oposição à compaixão da mente e da vontade de Bem) pode tender ao Abandono?


Nunca. É impossível. Porque a compaixão sempre depende da personalidade ou do Si. A compaixão é exercida para com alguma coisa que é considerada como exterior.

O objeto da compaixão é uma projeção. A Compaixão conduz ao Si, jamais ao não-Si. Porque a compaixão, ação do Coração, ou da cabeça, não muda nada. Da mesma maneira que manifestar o Amor, dar Amor, não é Ser o Amor.

Vocês não projetam aquilo que falta. O Absoluto não falta em nada. E, portanto, vocês São Absoluto.

Manifestar ou exercer a compaixão do Coração os localiza de maneira permanente, na ilusão, porque vocês mantêm alguma coisa do exterior: há você, há o outro. E vocês manifestam uma compaixão por uma situação, por um ser.

Isso se justifica enquanto vocês são tributários da Dualidade, da Ação / Reação. A vontade de Bem, como a compaixão, são apenas paliativos da Dualidade, fazendo vocês acreditarem que vocês estão em um legítimo caminho, mas mantém, permanentemente, a distância entre vocês e o outro. Não há você. Não há nenhum outro. É uma ilusão. 

Como é que algo que se manifesta na ilusão poderia levar a qualquer Abandono? Quem vos disse? Quem testemunhou?

Vocês São o Amor. Você São a compaixão. Mas se vocês exercerem uma compaixão, vocês colocam uma distância: vocês não estão mais no Centro, vocês não são Absoluto.

Claro que é preferível exercer a compaixão do que matar. Mas neste preferível, há sempre uma situação dentro da ilusão. Uma ilusão mais agradável, mas sempre uma ilusão. Nenhuma ilusão pode fazê-los chegar à Verdade, ao Real.

Enquanto vocês agem na ilusão (e eu diria, mesmo, sobretudo se vocês estiverem persuadidos a agir para o Bem, mesmo sem a vontade de Bem) se vocês estiverem persuadidos que vocês são um ser compassivo, amoroso, caridoso, vocês não cederão nem um milímetro da ilusão e vocês estarão muito distantes do Absoluto.

O não-Ser não tem o que fazer do Ser, qualquer que seja o Ser, que manifesta o Ser.

Um Ser que passou sobre a Terra vos disse: "vocês não são deste mundo." Então, o que vocês exercem, em meio a este mundo, colocando a vossa Consciência, vos mantendo no mundo. Mesmo isso é para refutar. O mundo não tem mais legitimidade do que você, do que sua história, do que qualquer compaixão.

A compaixão é uma manifestação alterada do que você É, que te faz considerar o outro como sujeito à compaixão. Deixe cair tudo isso. Você não precisa disso. Não há solução de continuidade.

Acreditar ou fazer crer que, porque você é compassivo, você vai sair deste mundo, é falso.
Ou então seria necessário que toda a sua vida não seja senão compaixão e que você seja compaixão diante da formiga, como diante do elefante, como diante do inimigo. Porque você mostrará , nesse momento, que sua compaixão não depende das circunstâncias ou do objeto da compaixão. Isso nunca é o caso, é claro.

Lembre-se do que eu respondi antes: não há ponte, não há continuidade, nesse sentido. Mas se você é Absoluto, é claro que você poderá compadecer-se. Mas você não interferirá mais no mundo, que ainda acredita em ser um outro, separado, dividido.

Como você quer ver a engrenagem enquanto você tem um dedo nessa engrenagem, enquanto você está rodando, mesmo?

A compaixão é louvável, mas louvável no sentido de moralidade. No sentido espiritual, não é o Absoluto.

Você precisa mais do que isso, ao refutar também. Eu não peço que você seja ruim. Eu te peço simplesmente para ver que você não é nem um, nem outro.

É próprio do ego acreditar que ele vai persistir. É próprio do efêmero te fazer crer que é eterno. É próprio do falso te fazer crer que é verdade. Não há nenhuma satisfação abrindo as portas do Céu, porque não há Céu. Não há mais Inferno. Há apenas uma projeção, fora do Absoluto, que se cre autônomo e que acredita que é possível manter o efêmero ao retornar ao Absoluto. Não há continuidade.

Você É Amor. Exprimir a compaixão é uma projeção do Amor. Ainda uma vez, é mais agradável de viver e sentir compaixão do que outra coisa. Mas mesmo sentir isso não te conduzirá jamais ao Absoluto.

É mais agradável ter uma personalidade compassiva do que uma personalidade paranóica. Mas é sempre uma personalidade. É sempre do efêmero que acompanha um saco de comida.

Contrariamente ao que se pode imaginar, não é porque o seu saco de comida vê uma compaixão a exprimir diante de um outro saco de comida, afirmando que você vê além do saco de comida, que você vai realmente acreditar que isso possa ser verdade. É uma ilusão.

O outro não tem nenhuma substância a mais do que você. É a personalidade que quer se transformar, que fala de compaixão. É o Si que vai falar de compaixão e de identificação aos modelos espirituais: o Cristo, Buda, Krishna, e assim por diante e os melhores. Mas, você pode me dizer onde estão esses profetas hoje? Você pode me dizer onde eu estou, sem chegar a mim? Não.

Você não pode senão projetar um ideal. Mas você não é ideal. Você não conduz. Esqueça tudo isso. Refuta tudo isso. Você é Absoluto.

Se você fosse capaz, a cada respiração, de se encher com esse real, você se tornaria o que você É, muito rapidamente. Em vez disso, você percorre de vida em vida, de saco de comida, em saco de comida, correndo atrás de alguma coisa que você não pode jamais alcançar. 
É como o burro na frente do qual foi colocada uma cenoura em uma vara. Você compreende a imagem? Não há nenhum burro. Não há nenhuma cenoura. É uma projeção. Isso não tem existência, nem substância. Isso é parte do tempo que é limitado pelo nascimento e pela morte.

O que você vai fazer com a sua compaixão do outro lado? Um passaporte? Não será reconhecido.

Pergunta: O Absoluto é então o Todo, sem forma, sem identidade, sem Consciência: o nada [néant]?
Não. Quem diz isso, é a personalidade. A personalidade vai fazer você acreditar que o Absoluto é o nada [néant] e tanto o melhor. Mas não é o nada. É o nada para a personalidade, para o ego. É o ego que está atado a essa noção de nada.

O nada é a última marcha (se assim posso dizer) que precede o Absoluto. Para o Absoluto, é você, o nada . Porque você é um saco de comida, nada mais.

Esse corpo morre, o que quer que você faça, o que quer que você diga. É uma certeza. Então você retorna ao nada. O que desaparece é esse corpo, essa Consciência. Assim, do seu ponto de vista, o Absoluto é o nada. Eu te digo que, do ponto de vista do Absoluto, é você, o nada.

Você não tem nenhuma consistência. É o ego que faz você acreditar que você é alguma coisa e que é necessário realizar o Si.

Lembre-se: o Absoluto é desconhecido para você. Desconhecido não significa 'nada'. Pelo contrário, sim, você, você é o nada porque você não é Absoluto. Você não pode falar sobre o que você não conhece. Você não pode apreender. Você não pode compreendê-lo. Você só pode vivê-lo.

Mas os amparos são numerosos. O ego vai te dizer que é o nada. O ego lhe dirá: "isso não é verdade." Porque você tem sua história, porque você tem a sua espiritualidade, porque você tem o que é falso e você acredita que é verdade.

Você não é senão um ser de crenças. Você se apoia sobre as crenças, você se apoia sobre areia movediça que desaparecerão ao mesmo tempo que você. 
O que eu te proponho é refutar isso. Não se coloque a questão sobre o que há por trás. Você não pode saber, você não pode viver, enquanto você não refutar. Assim, você pode usar todos os julgamentos sobre o Absoluto, dizendo que "é o nada, é algo, é o vazio." Mas você não tem, até agora, nenhuma experiência. Caso contrário, você nunca poderia dizer isso. As palavras, mesmo, que você emprega, mostram bem que você está na ilusão e que a sua suposição é incorreta. O Absoluto não é vazio: ele é, também, o vazio. O Absoluto não é o nada: é, também, nada.

A personalidade nunca será o Absoluto, pois ela é efêmera e ela muda. A personalidade não conhece a Alegria, porque a Alegria sempre alterna com o sofrimento. Porque há necessidades, desejos (espirituais, como físicos, como fisiológicos). O Absoluto não tem desejos, não tem necessidades. Ele é o Real. Você é irreal. E o irreal pretende conhecer o Real. É impossível. É de fato uma representação a partir de um ponto de vista que é falso. A representação não pode ser senão falsa.

Lembre-se: o desconhecido não pode ser conhecido por você. Porque você (além desse saco, além de suas reivindicações), você É isso. 

É necessário cessar toda projeção. É necessário cessar toda suposição, toda crença. O Absoluto não é uma crença. Não estou fazendo uma crença. Não é, tampouco, uma suposição. Ele é o Real, que nunca muda, o que era antes de você ou que você aparecesse neste mundo.

O mundo não é o Absoluto: ele muda. Para o Absoluto, ele não existe. O mundo não é senão um defeito na pureza do não-Ser, na transparência de não-Ser, do Absoluto.

Enquanto você pensa o inverso, você se condena a permanecer limitado e pretender buscar o Ilimitado. Se você busca o que quer que seja, é porque você admite e pensa que está vazio. Senão, porque buscar preencher o que quer que seja de alegria ou de espiritualidade? O Absoluto não busca nada. Ele não pode buscar. Ele não pode encontrar nada. É você que espera encontrar. É você que busca. Mas você não pode encontrar, nem procurar, o que você É. Porque você É.

Perceba a estupidez da proposição: Você É o Amor e você busca o Amor. Você não pode buscar o que você É. E se você não sente o Amor, isso prova bem que é você que se considera, mesmo que você não queira, como vazio.

O nada é o efêmero. Esse corpo é efêmero. O nada, é então você, nessa aparência, mas não você no que você É, além de todo ser, de toda história.

Reflita: quem coloca a questão, mesmo se a personalidade está em segundo plano? Quem supõe? Quem acredita? Quem espera? Quem se projeta? Quem imagina ? Certamente não o Real. Mas, precisamente, o que está vazio e necessita de se preencher ou que acredita dever se preencher, porque não é reconhecido.

Você não sabe quem você É, enquanto você acredita saber quem você É. Porque os elementos que você chama de conhecimento, mesmo de você, não são senão função de julgamentos e de crenças.

Você não se apoia em nada de eterno, nada de real, enquanto você permanece dependente de uma maneira ou outra, das circunstâncias deste mundo.

Quando você dorme, o mundo não existe mais para você. E ainda assim você tem certeza de se levantar de manhã e voltar para o mundo. Quem te disse? É um certo número de experiências relacionadas aos seus anos e seus dias que te fazem supor que é verdade. Isto é verdade até o momento em que não é mais verdade. Imagine que você morre durante seu sono. Será que o mundo existirá no dia seguinte?
Não.

Então você dorme com uma certeza saída de uma crença, mas não da Verdade. O Real não tem o que fazer do mundo. É o mundo que está vazio. Este é o mundo que não é o nada. É Maya. E tudo nele é Maya. Exceto você. Mas não você no que é limitado, não você nesta história, neste corpo, nesta vida. Mas eu me dirijo a você, o Real.

Enquanto você acredita que o Absoluto é o nada, você pode estar certo, absolutamente certo, de que o que sussurra isso é o mental e nada mais. Vai acreditar no que seu mental lhe diz? Ele diz que o dia vai nascer amanhã. Você tem certeza? Não é a repetição do dia e do número de dias e de teus anos que te dão a certeza. É uma crença. Toda crença cessa um dia. Mesmo os cientistas dizem que este mundo acabará em bilhões de anos. Não é então permanente, embora ele te dê, na escalada de sua vida, efêmera, uma impressão de permanência.

Nada é permanente na ilusão. Nada é real. O Absoluto é o único Real. Refuta o mundo, mas não projete o nada no Absoluto, porque é este mundo que é o nada. Ele se aniquila, além disso, desde que você feche os olhos e durma. Apenas a crença em sua persistência te faz dormir sem angústia, sem medo.

Pergunta: Se eu sinto um medo, e eu não conheço necessariamente a causa, a atitude correta é a de refutar a pessoa que experimenta esse medo, a pessoa que adere a sua história e, em seguida, deixar estar essa sensação de medo, sem aí prender a atenção?

O medo, já, é uma secreção de moléculas. Esse medo não tem mais consistência, do que o peso que você lhe dá. Querer saber a causa não serve de nada, porque mesmo se a causa é identificada, você pode acreditar que o medo vai desaparecer. Na maioria das vezes, esse não é o caso.

O medo é o resultado da ignorância, não de uma causa, mas do que você É. O que sente o medo, é o efêmero da pessoa. O que isso quer dizer? Que se você exprime que sua pessoa sente medo, isso quer dizer simplesmente que a pessoa existe e tem peso, já que ela chega a perturbá-lo. E o que o faz negar o medo será suficiente? Não.

O fato de refutar o medo será suficiente. Não mais. O fato de refutar a pessoa que sente medo, basta? Não mais.

Portanto, considere que o medo não tem mais existência do que a pessoa, que um medo (se você o tiver observado bem, e você o diz, você mesmo) não faz senão passar ou aparecer e desaparecer. Mesmo que seja intenso, nenhuma emoção pode durar. Pode acontecer novamente, mas ele se exaure dele mesmo.

Não é necessário então, alimentar o medo. Isso não quer dizer a negação, não ver, eu bem disse: não alimentá-lo. Ora, assim que você observa o medo, você o alimenta. Da mesma maneira que o mental: dar atenção ao medo lhe dá peso.

Então é claro, existem meios, no mental, para evitar o medo, combatê-lo, identificar a sua causa. Mas, inevitavelmente, mesmo se isso faz bem, isso reforça a pessoa. Isso perpetua a ilusão, isso perpetua as crenças.

A primeira etapa, se há etapa, é sair do eu, estabelecer a Consciência em um outro ponto de vista, aquele do Si e talvez também do não-Si, desde que você aceite ver o medo (não para negá-lo ou refutá-lo) pelo que ele é, isto é, uma secreção química. Você não vai me dizer que você é uma secreção química. O medo é uma emoção. Ele é sempre uma reação, a uma suposição, a uma história.

Todo o princípio deste mundo é de os fazer aderir a suas histórias, a suas emoções, a suas suposições, a suas crenças. Mas você não é nada disso. Claro, isso não é que quando você vive o medo, você vai dizer: "Eu não sou o medo", que ele vai desaparecer. Mas aproveite os momentos em que o medo te deixa tranquilo para Viver que você não é essa história e essa pessoa e que esse saco de comida, que você habita, não necessita de você para viver. Ele necessita somente de alimentos, de ser alimentado. Mas não o alimente de outra forma.

O medo não é senão uma secreção desse saco, como a tristeza, como a angústia. São as suposições, as construções efêmeras, que não têm nenhuma Realidade, nenhuma Verdade. Ali também, quando o medo está ali, se você chega a se manter tranquilo (desta vez, além de refutação, além da identificação), se você se coloca naquilo que observa o que se desenrola , você constatará que o medo tem menos influência sobre você, no que você é. E, muito rapidamente, uma emoção, como uma doença, poderá afetar o corpo, essa personalidade, mas você, não será afetado.

O problema é que quando o corpo vai bem, você não tem nenhum problema a não ser esse corpo mesmo para você evadir por outras crenças. E o dia em que o corpo não vai, o que é que você faz: você fica doente. Isso quer dizer o quê? Isso significa que você está identificado a esse corpo, a tal ponto que você tem medo de perdê-lo. O medo da morte, todos os medos, decorrem disso. Porque você tem medo do desconhecido, do nada, porque você não conhece o Absoluto.

Ser Absoluto, é não se preocupar com esse corpo. De o alimentar, de o conservar, mas não estar identificado de nenhuma maneira. Que ele esteja em boa saúde ou perto da morte, isso não é você. Se o medo se manifesta, é que você está apegado a esse corpo, esse saco. Você acredita ser esse saco. Todo o medo vem disso. 
Mesmo se você fala das crenças no além, mesmo se você fala de experiência mística, você não está desapegado da ilusão, do efêmero. Você não aceita o efêmero porque a personalidade se acredita eterna, ela se acredita Real. Mas a doença vem demonstrar o contrário, a morte também, de maneira ainda mais forte.

Então você me diz: e o sofrimento? Mas o sofrimento é a concretização do medo. Medo de perder, medo de faltar, medo de morrer, medo de sofrer, mesmo. E isso faz um nó. E você acredita ser isso. Você se identificou ao que você teme: a morte, o sofrimento e o medo ele mesmo. Como sair disso? Simplesmente admitindo que você não é isso.

Além disso, o que acontece nos sofrimentos mais intensos: você quer desaparecer, você quer se juntar ao nada, para nunca mais ver o sofrimento, o medo, a doença e a morte. Mas quando a morte vem, verdadeiramente, o que você diz? "Eu quero viver." Você estava dentro da Maya de suas crenças espirituais. O Absoluto não pode entrar nesse jogo. Ele sabe que não é o corpo, não como uma crença, mas como uma vivência, Real.

Enquanto há uma crença em uma pessoa, há o medo, há o sofrimento e há o medo da morte. Você não é essa pessoa. Não há nada para encontrar. Há apenas a se estabelecer no não-Ser, no não-Si, no Real e todo o resto só passará. E tudo o que passa não é real e não tem nenhum peso. Se isso tem peso para você é que você não está Liberado.

O que você espera para se liberar? Isso não é um objetivo que está no tempo. Enquanto você acreditar que você está incluído no tempo para se Liberar, é a personalidade que se expressa. O Absoluto não tem o que fazer do tempo. Ele sempre esteve aí. Ele sempre estará aí, o que quer que você se torne.

O medo não faz senão exprimir um apego à pessoa, que quer dizer que, em alguma parte, você tem dado peso à pessoa, consistência, e você se sente preso, tributário de uma pessoa que não existe.

Mudem de ponto de vista. Saiam do teatro. Não há teatro. Não há mais pessoa do que o medo. Não há mundo. Vocês São o Amor. Vocês São o Absoluto, de toda a eternidade.


Vocês estão (como dizem algumas pessoas) em um sonho ou em um pesadelo para outros. Mas nem o sonho nem o pesadelo duram. Não o alimente.Vocês são o Amor e o Absoluto. É simples. Tão simples que o ego lhes dirá que isso não é verdade. Do seu ponto de vista, isso não é verdade. De qual ponto de vista você se coloca, você? Aquele do Amor ou o da pessoa? Aquele da emoção ou o do Amor?

Tomem consciência disso e superem isso. Não se apeguem a nada. Vocês São Absoluto. Não dependam de nada. O Absoluto não depende de nada. Ocupe-se do que pede esse corpo, mas você não é ele. Ocupem-se do que pede essa vida, façam-no, mas vocês não são essa vida.

Quem lhes disse que vocês são obrigados a estar plenamente no que vocês fazem? A única maneira de estar plenamente no que vocês fazem, é compreender que vocês não são o que vocês fazem. Todo o resto não é senão um enredo da personalidade e do ego. Sempre. E é permanente, dando a impressão de que é real. Mas vocês sabem muito bem que qualquer tarefa pára, que qualquer relação pára ou, em todo caso, o mais tardar, pára pela morte. Por isso, não faz nenhum sentido.

Pretender fazer bem as coisas não é senão mais um apego à personalidade e, é claro, quando há esse apego, há o medo: medo de fazer mal, o medo de esquecer, medo de se enganar. Vocês não são o medo. O medo é uma secreção desse corpo de comida. Vocês acreditam, simplesmente porque vocês estão sujeitos aos seus ditames, aos seus desejos, às suas crenças, às suas ilusões. E é assim que nasce o apego ao ilusório. Supere isso, você não é nada disso.

Pergunta: A refutação é suficiente para criar o vazio necessário ao surgimento da Onda da Vida em uma estrutura disfuncional?

Então você fez uma ligação entre a Onda da Vida e o Absoluto, entre a refutação e a Onda da Vida. Eu precisei que a Onda da Vida nasce aos pés do guru: o guru, é você.

A Onda da Vida chega nas áreas em que estão inscritas as dúvidas e os medos, as da personalidade apegada a ela mesma, a sua persistência, a sua subsistência. É nesse nível que se situa a refutação e não propriamente na Onda da Vida, mas sobretudo, no que é chamado de chacras que pertencem ao ilusório, ao efêmero, a esse corpo. É então nesse nível que se situam os obstáculos incluídos efetivamente nos medos.

Agora a pergunta que se coloca, é de saber se alguém que amputou as duas pernas poderia ver o nascer da Onda da Vida, já que não há mais pés. A resposta é sim. A Onda da Vida não tem o que fazer das estruturas existentes (funcionais ou não funcionais) ou inexistentes.

A Onda da Vida nascerá simplesmente no local onde o corpo começa, o mais baixo.
Se não houver mais pernas, restam as coxas e ela nascerá nesse nível.

O princípio da refutação não permite à Onda da Vida nascer, mas permite remover os obstáculos ilusórios, chamados apegos à pessoa, ao corpo, às estruturas efêmeras, no momento. É isso que remove os obstáculos existentes nesse nível.

A refutação não pode de modo algum dar origem à Onda da Vida. A Onda da Vida surge dela mesma, pois é algo que tem a ver com as suas vontades, as suas pessoas, seus corpos, mesmo se ela nasceu ao nível dos pés (que é uma parte do corpo).

A Onda da Vida nasce simplesmente no ponto situado o mais baixo, presente, pois na Terra, ela vem do mais profundo da Terra.

A refutação não se relaciona ao que está inscrito na personalidade e sua construção: seu aspecto ilusório é que os faz acreditar em muitas coisas, num conjunto de coisas que não têm substância, que não são reais.

A Onda da Vida pára, simplesmente, em função dos obstáculos encontrados. Se não houver mais obstáculos, a Onda da Vida se lança. Ela percorre o corpo ilusório. E é a Onda da Vida, ela mesma, que efetivamente, põe fim ao ilusório. Porque é ela, que permite o acesso ao Absoluto.

São os obstáculos em seu caminho que, de alguma forma, devem ser removidos pela refutação.

Não há nenhuma estrutura disfuncional que seja a causa da não subida da Onda da Vida. A única coisa disfuncional, é o conjunto de crenças e de apegos a esse corpo. Esteja ele intacto, ou aleijado, nada muda. Este é o complemento da resposta que eu poderia lhes dar. Não há nada mais que eu possa dizer já que o resto já foi dito.

Pergunta: atravessar a Porta Estreita (ponto OD no tórax) é sempre doloroso?
O fato de que há uma dor, nesse nível, quer dizer que sua consciência está colocada sobre o corpo. É claro que essas Portas lhes foram comunicadas. O Manto Azul de Graça, a Onda da Vida, A Passagem das Portas e o basculamento dessa Porta não se realizam, em definitivo, enquanto você se deixar prender em relação ao seu próprio corpo.

Isso quer dizer que, como eu disse, se você esquecer a Vibração, se você se esquecer do corpo, não como uma negação, mas como uma consciência real de que você não é este corpo, que você não é o que ocorre aí e que até mesmo os marcadores, dolorosos ou não, que são os mais constantes, não devem afetá-lo, porque se você colocar a sua consciência na dor, você lhe dá peso.

Como já foi dito para a Onda da Vida: não se preocupe com isso. O Manto Azul da Graça age mais alto, mas em total sincronia, pois o pontoOD representa o que é chamado de elemento Terra, inscrito ao nível de seus pés.

A Terra é dor. Esse corpo é dor, porque ele está construído sobre o princípio da resistência, da dualidade, sobre o que vocês chamam fisiologia, com necessidades. Tudo o que exprime uma necessidade é doloroso, neste mundo.

Aqui, a dor traduz a Passagem: essa Passagem (que não é uma), a Porta Estreita, onde não há solução de continuidade, naquele sentido.

Então, o que eu posso aconselhá-lo é a não dar crédito ao que lhe diz seu corpo. Divirta-se, ria, não se ocupe com esse corpo. Você não está mais nas etapas preliminares, que os Anciões construíram, para realizar o Si. Hoje, você tem que se desfazer disso.

Abandonar o Si para ser o não-Si. Você não deve mais dar importância ao que se passa no Si. Isso não significa renegar, desta vez, mas superar. Não permanecer fixo no efêmero. A Alegria do Coração, o Samadhi, a Kundalini, os chacras, são, para o Absoluto, uma ilusão. Isso não significa que eles não existam, em um certo plano, muito mais sutil do que o corpo denso. Mas é necessário também superar isso. A única maneira de superar isso, é não lidar com isso.

A única coisa que você tem de se ocupar, é em refutá-las, as dúvidas e os medos. A Porta OD, está sensível. Ela representa os restos dos apegos à pessoa, os restos dos apegos ao espiritual, à matéria, às ligações, aos apegos, que fazem parte de toda vida.

Mais a Onda da Vida sobe, mais a Onda da Vida não encontra obstáculos (no nível do que vocês chamam os dois primeiros chacras), mais a Onda da Vida não vai parar sobre os chacras abaixo. A Onda da Vida vai ganhar o coração, daí vai ganhar os membros, em seguida ganhar a cabeça e a Onda da Vida vai percorrer todo o corpo. Nesse momento, você sabe que algo percorre o corpo, mas você não é a Onda da Vida pois que você a observa. Em algum momento, você cessa de observar. Em algum momento, você se torna a Onda da Vida, você não é mais o corpo. Não há mais o ponto de vista do corpo, há o ponto de vista da Onda da Vida. E ali, nesse momento, você é Absoluto, não antes.

Todo ponto doloroso, não exprime necessariamente uma dúvida ou um medo, no sentido dos dois primeiros chacras, mas, bem mais, um apego global à pessoa, à sua pessoa, à sua história.

Nós não estamos mais na dúvida e no medo, mas em um problema de apego, o que é diferente. Mas a problemática, finalmente, em sua solução, é a mesma coisa: supere isso, você não é isso.

Aos poucos e à medida que as resistências (assim como as dúvidas e os medos ou ainda, como neste exemplo, dos apegos à pessoa) se tornam menos presentes, a Onda da Vida ganha em potência. Vocês ainda são observadores e, em algum momento, vocês não observam mais: vocês se tornam a Onda da Vida. Nesse momento, o Absoluto está ali.

Mais nada pode limitá-lo, mais nada pode forçá-lo. Vocês não estão mais apegados, vocês não são mais a dúvida, vocês não são mais o medo. Vocês são Absolutos.

Você é o Amor e a essência do Amor. O mundo está em vocês, porque o mundo não existe. Vocês são o mundo e além do mundo. Vocês são, é claro, além do Si. Não há mais sentido de história. Você representa o papel, mas você sabe que representa um papel. Você sabe que não é esse papel, não como uma crença, mas como uma experiência total e real. Nesse momento, você é Liberado vivente, e nesse momento, você pode jogar: você pode ser a pessoa, você pode ser o Si, você pode ser o não-Si.

Você percorre livremente toda a gama de possibilidades deste mundo, pois você está em uma forma. Você não é essa forma, mas você joga nessa forma. Isto não é igual a ser identificado, formalmente e totalmente, a essa forma. Isso não é unicamente, uma questão de ponto de vista, e ainda menos de crença, mas bem mais de experiência, além da experiência mesmo se você conduz as experiências.

Aquele que não está Liberado, tem medo. Aquele que não está Liberado, está na dúvida. Ele exprimirá, em um momento ou outro, uma dualidade, sob uma forma ou outra.

O Liberado não tem dúvida, não tem medo, porque ele sabe que está em uma pessoa, mas não é essa pessoa. Ele sabe, porque ele vive e não porque ele acredita nisso. 

Ele tornou-se, em algum momento, a Onda da Vida. Ele é a Beatitude além do Samadhi. Ele é a Alegria além da Alegria, o que nós tendemos a chamar o riso, mas não o sarcástico ou dissimulado, mas o riso do Absoluto, que é verdadeiro, ao contrário do riso que zomba.

Então, viver a Onda da Vida, ondular na Onda da Vida, efetivamente, confere o Absoluto. Uma vez Absoluto, a ponte é estabelecida, o desconhecido se torna conhecido, porque vivido, e ali, você passa de um ao outro sem problema.

Se o medo aparecer, você se retira do medo. Você não é dependente de nada, você vê claramente, você saiu da ilusão, mesmo que o corpo de ilusão ainda esteja aí. Você não é mais afetado pelo que quer que seja que chega a esse corpo, neste mundo, como nesta vida. Você é leve, porque é Liberado.

Nesse momento, mesmo se existe um sofrimento, que se manifesta em algum momento, mesmo sobre uma Porta, isso não significa um retrocesso, já que você não está mais identificado a essa Porta ou a esse chacra, da mesma maneira que você não é mais a dúvida e o medo.

Então, sirva-se do ponto de apoio que representa a manifestação de ardência ou de dor, para perceber e viver que você não é mais essa dor e tudo ficará bem.

Pergunta: O Absoluto pode se manifestar no corpo, enquanto o Si não está realizado?


Sim. Como eu disse, hoje é ainda mais fácil. O princípio da Unidade, o princípio do Absoluto, se constrói pelas refutações sucessivas, das ilusões sucessivas edificadas no tempo. E, portanto, o Si pôde ser considerado, justamente, como uma etapa. Hoje não é mais o caso.

Por quê? Porque a Terra está Liberada e a Onda da Vida está Liberada. Ela pode vos percorrer de novo. Se o Si está lá ou não, não tem nenhuma importância. A única importância resulta, em definitivo, da existência, ou não, das dúvidas e dos medos. Porque, embora o que diga o Si, ele está inscrito, também, nas dúvidas e nos medos, que não têm o mesmo valor, nem a mesma densidade que no eu, mas que são, no entanto, às vezes presentes.

Raros são aqueles que realizaram o Si, que são capazes de aceitar a morte deste corpo, o que prova bem que ainda existem dúvidas e medos: o medo de perder os contextos, os limites, isto é, a encarnação.

A Onda da Vida não se torna mais fácil ou mais difícil, conforme você tenha realizado ou não o Si. São, simplesmente, os obstáculos encontrados pela Onda da Vida (no nível que vocês nomearam as dúvidas e os medos) que podem frear, de alguma forma, a Onda da Vida. Não há mais nada. Que você esteja no Si ou no eu não muda nada.

O Si é o Despertar do Coração. Você pode ter o Coração aberto e ter os chacras, como vocês dizem, ainda bloqueados, ainda não Liberados. É a Liberação desses chacras que permite à Onda da Vida subir, de observar a Onda da Vida e tornar-se a Onda da Vida. Isso não tem nada a ver com o eu ou com o Si.

O Si pode, às vezes, ser um obstáculo maior ao estabelecimento do não-Si. Existem eus e personalidades que não são habitadas pela dúvida e pelo medo, sem ter realizado o Si. Para essas personalidades, a Onda da Vida encontrará menos obstáculos e encontrando menos obstáculos, então, haverá uma maior facilidade de viver o Absoluto, de se tornar Onda da Vida.

Em um princípio dito evolutivo (que é falso, como vocês sabem) é lógico considerar que há estágios e etapas. A etapa mais lógica consiste em reconhecer as leis da alma, o carma, a reencarnação, em seguida transcender as leis do carma e a lei da causalidade (porque pertencem, também, à personalidade e a este mundo e, portanto, incluídos na ilusão), acessar a um outro nível ou a outra camada de verdades, a percorrer, até refutá-la, também.

O princípio da refutação é uma refutação que se produz como cascas de cebola ou camadas de uma cebola. Uma camada é experimentada, e livra-se de uma camada, e vive-se uma outra camada. Foi muitas vezes o que foi realizado antes que a Onda da Vida nascesse. Hoje é diferente. Vocês são Absolutos.

Eu estaria tentado, mesmo, a lhes dizer, em relação à Onda da Vida, de não se interessarem por isso, de não levarem sua consciência além, de continuarem a viver as suas Vidas (que não é o que vocês são), fazer o que vocês tem de fazer, não porque vocês decidiram, mas porque a Vida lhes dá para fazer, sem aí dedicar a menor importância (fazendo, mas sem estar apegado), de viver separado (o que não significa inativo ou ocioso).

Façam o que a vida lhes pede para fazer, mas vocês não são o que fazem. Mas o que se faz deve se fazer. O que é para fazer, é para fazer: isso é tudo.

A Onda da Vida nascerá, quer você queira ou não, quer você a refute ou não, porque é inevitável, quer você a aceite ou não. Então, por que se ocupar do que é inevitável?

Da mesma maneira, por que se ocupar desse corpo que vai desaparecer, se não para mantê-lo?
Colocar-se a questão da sobrevivência de qualquer coisa, é já se afastar do Absoluto, porque, ele sempre esteve aí, foi você que se afastou, pouco importa a maneira, pouco importam as causas.

Claro, é muito gratificante encontrar as causas e os motivos, como as interferência exteriores.
Claro que é verdade: a falsificação já existia, era real, mas não lhe dê peso. A história é passado e você não é a história. Você não é o corpo que você pegou emprestado. Você não é a alma que tem percorrido este mundo. Você não é mais o espírito que nasceu, em algum momento. Tudo isso não é senão o transitório, o efêmero. Só é Real, o Absoluto, porque ele não muda.

Pode-se dizer (até porque a imagem é sedutora) que você tem percorrido a periferia da roda e que, pouco a pouco, você está se aproximando do centro, e que a um dado momento, você se tornará o meio da roda, que é imóvel, e que nunca se moveu. Você não é mais a roda. E na fase final, você não é mais, tampouco, o meio, você está além.

As diferentes refutações sucessivas do corpo, das emoções, da alma, do espírito são etapas, que, hoje, são transcendidas pela restauração da Onda da Vida. Para você ver.

O que você prefere? Você tem necessidade de tempo? Quem necessita de tempo? A Personalidade, porque ela está inscrita no tempo. O Absoluto não conhece o tempo nem a história, ele não tem o que fazer de seu tempo, de suas histórias. Ele é tudo, salvo a história. Para vocês verem, para vocês decidirem.

O Absoluto é simples, o relativo é complicado. A verdade relativa os leva pelos caminhos da alma, pelos caminhos do conhecimento ilusório, nas projeções que vocês vão acreditar que chegaram um dia, mas não há dia, porque tudo já está aí.

O que vocês querem ser ou o que vocês querem não Ser? Onde vocês se colocam? Em um lugar relativo ou em um lugar Absoluto? Reflitam.

Eu os incito a fazer as boas perguntas porque a questão não chama, necessariamente, uma boa ou uma má resposta, mas vai mostrar-lhes, de maneira implícita, onde vocês estão situados.

Se eu tomar uma das perguntas acima, quando a personalidade diz: o absoluto é o nada, é fácil ver onde se situa a pessoa que faz essa pergunta. Este não é um julgamento, mas é uma constatação do ponto de vista da pessoa. Se você olhar a sua pergunta, você sabe onde você está.

A primeira questão que dizia: eu não compreendo três quartos do que me disseram, mostra o ponto de vista dessa pessoa. O Absoluto não pode ser compreendido, só pode ser vivido.

A personalidade vai colocar um certo número de qualificativos que não têm nenhuma realidade, nem nenhuma verdade, porque resultam de suposições e de crenças e não de experiência. É o mesmo para toda questão.

A única questão que os conduzirá, talvez, mais facilmente, ao Absoluto é esta: o que você era antes deste corpo e desta história? E não me responda: Eu era uma outra Vida. Você sabe quem você era antes de estar aqui? Você tem a presciência? Você tem a íntima convicção? Você tem a experiência? Se sim, então você é Absoluto. Porque antes de ser este corpo , antes de qualquer corpo, antes de estar presente em todo o mundo, em todo Universo, é o que você era e o que você nunca deixou de Ser.

Lembre-se: não há passagem do conhecido ao desconhecido. É necessário refutar todo o conhecido e o desconhecido estará ali. Depois, você pode repassar do desconhecido para o conhecido, porque você traçou uma passagem que não existia no primeiro sentido, mas que existe no segundo sentido.

O fato de ter uma forma não será mais penoso para ir de um ao outro, porque existe um Absoluto sem forma e um Absoluto com forma. Mas o Absoluto com forma está consciente de que a forma é transitória. O Absoluto com forma não está identificado à forma. E assim, ele não é mais um prisioneiro, contrariamente àquele que não é Absoluto.

Isso não é uma questão de Vibração. Não é uma questão de Si, ou de não viver o Si, mas de se estabelecer no não-Si, que é justamente o Abandono do Si.

Você está pronto para perder tudo? Você está pronto para enfrentar o nada? Se sim, você é Absoluto, se não, você não o é, ao menos você o crê. Porque o Absoluto está sempre aí, se você o vive ou não, quer você o aceite ou não, ele está aí. Ele não depende de nenhuma de suas cogitações, de nenhuma de suas experiências, dentro do Si ou dentro de um carma. Ele não depende de nenhum de seus conhecimentos que não são senão amontoados que alimentam o ego.

Por mais que você conheça todos os mistérios do universo, você não será, para tanto, Absoluto.
Reflita sobre isso. O que você quer? O que é se desvela através de sua questão, independentemente da minha resposta?

CLIQUE AQUI PARA LER A PRIMEIRA PARTE

Mensagem de BIDI no site francês:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1431
07 de maio de 2012
(Publicado em 08 de maio de 2012)
Tradução para o português: Ligia Borges
http://minhamestria.blogspot.com

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